
O Conselheiro da Anatel defende que não é necessária nova legislação para a supervisão setorial, bastando ações conjuntas entre agências reguladoras para garantir agilidade e eficácia.
O Conselheiro - Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel defende que a regulação da inteligência artificial no Brasil seja principiológica, flexível e focada na inovação. Ressalta a necessidade de evitar o excesso de normas rígidas, propõe a integração com outras políticas públicas e enfatiza que a governança deve respeitar as competências setoriais das agências reguladoras, evitando a sobreposição de autoridades.
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