
Negociações do tratado anglo-brasileiro começaram em 1822, antes da Terra. A correspondência entre enviados brasileiros e britânicos foi ativa. Questão chegou na assembleia por iniciativa de Camilo da Cunha, que substituiu José Bonifácio. Carneiro da Cunha, deputado e ministro de estado, levou o problema à assembleia para obter apoio, mas a proposta foi mal recebida, resultando em tensões e dificuldades para os enviados britânicos.
Negociação complexa entre Brasil e Grã-Bretanha sobre reconhecimento de independência e abolição do tráfico de escravos; Governo tentou negociar prazo no tráfico, mas Assembleia Constituinte impôs prazo de quatro anos após tratado; Tráfico suprimido em 1850, quatro anos depois dos tratados de 1825 e 1826; Impasse com Assembleia pode ter contribuído para dissolução do governo.
A professora aborda os desafios da Assembleia Constituinte de 1823, destacando a complexidade do processo de independência do Brasil, a resistência política à separação de Portugal e as tensões entre grupos sociais. Ela analisa a convocação e dissolução da assembleia, enfatizando as divergências entre os deputados e o governo de Dom Pedro, o contexto político conturbado e o impacto das decisões legislativas na cidadania e no tráfico de escravizados. O discurso conclui que a dissolução da assembleia intensificou as divisões políticas, culminando na abdicação de Dom Pedro em 1830.
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