
Com certeza, teria o maior prazer. Presidente, eu encerro as minhas perguntas e agradeço o senhor Eduardo...
Defende a legitimidade e a imparcialidade de provas extraídas de seus dispositivos, negando motivação de vingança e solicitando uma análise técnica e justa por parte da comissão.
afirmou que o monitoramento de alvos políticos, focado exclusivamente na direita, era determinado e supervisionado por Alexandre de Moraes. Relatou uso de ferramentas sem treinamento, inexistência de investigações sobre a esquerda e alega que decisões judiciais visavam celeridade excessiva, resultando em injustiças e perseguições. Defendeu o afastamento do ministro do STF.
Não, o deputado Gaia não, só os outros.
Ok, não, é isso que eu queria saber. Então já vou aqui lhe passar as perguntas direto. Nós temos há algum tempo no Brasil...
Obrigado, e Carlinha, você que está nos ouvindo, existe um Deus maior, Alexandre de Moraes não é ninguém...
Ele relata a elaboração de relatórios técnicos para atender ordens judiciais e afirma que o rito adotado pelo ministro Alexandre de Moraes viola as competências e funções inerentes à magistratura.
Aponta a centralização de decisões judiciais e operacionais na figura do ministro, descrevendo um comando unificado que transcendia o TSE e o STF sob sua determinação direta.
Afirma sofrer perseguição política do ministro Alexandre de Moraes, que teria utilizado o Tribunal Superior Eleitoral para censurar vozes influentes da direita, sem respeitar o devido processo legal, fabricando denúncias anônimas e agindo de forma autocrática.
Defende que a ausência de certeza impede condenações e avalia que a atuação do TSE influenciou o resultado eleitoral, embora descarte fraude nas urnas. Relata ter sofrido perseguição constante devido à alta demanda por monitoramento de perfis e questiona a fragilidade de sentenças baseadas em testemunhos isolados.
Ele destaca a falta de ética e coragem no Brasil, relata pressões por demandas urgentes e inexequíveis no TSE, critica a celeridade atípica dos processos judiciais e defende que, com perícia técnica rigorosa, é possível identificar autores de crimes cibernéticos.
Questionou o viés político na seleção de conteúdos e constatou a parcialidade ideológica no ambiente de trabalho.
Monitorava sistematicamente alvos específicos e conteúdos com alto alcance para gerar relatórios sob demanda.
Os parâmetros de análise eram focados em ataques institucionais e eleitorais, mas os conteúdos recebidos de políticos eram encaminhados e relatados sem qualquer verificação de veracidade.
Confirmou monitoramento de figuras de direita durante o período eleitoral e o 7 de setembro.
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