
O Presidente da CONTRACS manifestou-se contra a privatização da Celepar, classificando a medida como ilegal, imoral e uma ameaça à soberania nacional e à proteção de dados dos cidadãos. Defendeu que empresas públicas de tecnologia são investimentos essenciais e criticou o sucateamento proposital do setor, colocando a confederação à disposição para lutar judicial e politicamente contra o processo.
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