
O Membro - Assoc. Bras. de Psicologia e Medicina Comportamental defende que intervenções para autismo devem basear-se em evidências científicas, como a ciência ABA, respeitando a heterogeneidade da condição. Enfatiza que a dosagem e as técnicas devem ser definidas por critérios técnicos, não havendo formato único de carga horária. Defende o uso de parâmetros estabelecidos pelo Conselho Federal de Psicologia para garantir a eficácia, a generalização do aprendizado e o apoio familiar, alertando que restrições arbitrárias de horas representam um retrocesso clínico e ético.
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