
A Representante da ONG Criola denuncia a "violência do apagamento" causada pela ausência ou má qualidade de dados oficiais sobre mulheres negras e trans. Defende que políticas públicas eficazes dependem de informações desagregadas e de uma abordagem interseccional prática, superando a superficialidade atual no reconhecimento do racismo nos sistemas de justiça, segurança e proteção social.
A Representante da ONG Criola defende a implementação da Convenção de Belém do Pará com foco central na questão racial, denunciando que políticas públicas sem recorte de raça e gênero falham em proteger mulheres negras, perpetuando o racismo estrutural e a violência institucional.
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