
A Representante da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas - ANMIGA defende equidade e paridade na gestão pública para garantir assistência qualificada, respeitando as especificidades culturais e territoriais dos povos indígenas frente à violência e à omissão estatal na coleta de dados.
A Representante da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas - ANMIGA denuncia a invisibilidade da violência contra crianças indígenas, a falta de dados oficiais precisos sobre populações originárias e a ocorrência alarmante de gestações precoces e intervenções contraceptivas em meninas nos territórios.
A Representante da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas - ANMIGA denuncia que a violência contra mulheres e crianças indígenas é histórica, territorial e negligenciada pelo Estado. Defende uma abordagem interseccional e intercultural nas políticas públicas, cobra a implementação de Casas da Mulher Indígena e reafirma a resistência contra o feminicídio e a exploração dos biomas.
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