
O Representante do Consórcio Lei Maria da Penha defende a descentralização do atendimento, priorizando a territorialização para alcançar mulheres vulneráveis, indígenas e periféricas. Reforça a importância de equipes multidisciplinares e da integração entre saúde, direito e segurança para superar barreiras de gênero e raça.
O Representante do Consórcio Lei Maria da Penha destaca a importância de tornar visível a rede de atendimento às mulheres, ressaltando que, apesar do aumento dos feminicídios, as políticas de prevenção evoluíram. Aponta que a diversidade no atendimento ocorre mais em varas não especializadas e defende a necessidade de união entre diferentes vertentes do feminismo para enfrentar retrocessos e fortalecer a organização popular.
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