
A Representante da Liga Brasileira de Lésbicas defende a articulação interministerial para incluir pautas LGBTQIA+ nos currículos educacionais, a coleta de dados sobre orientação sexual e identidade de gênero em pesquisas, e a criação de políticas públicas territoriais antirracistas e decoloniais, focadas nas reais necessidades das mulheres lésbicas e bissexuais.
A Representante da Liga Brasileira de Lésbicas denunciou a persistência do lesbocídio, do estupro corretivo e da violência contra mulheres, destacando a falta de dados estatais e a ineficiência no atendimento público. Defendeu a implementação de políticas educacionais antirracistas e antimisóginas, além da necessidade de combater o discurso da "ideologia de gênero", enfatizando a urgência de garantir direitos e proteção efetiva para lésbicas e bissexuais em todos os territórios.
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