
O Advogado defende a anistia aos envolvidos no 8 de janeiro, comparando a atuação do STF a tribunais de exceção nazistas e argumentando que o Judiciário brasileiro age fora da legalidade em tempos de guerra híbrida.
O advogado questionou sobre a existência de um protocolo, supostamente inacessível, que proibia o uso de aeronaves na dispersão de multidões por parte da Polícia Militar e Federal.
O advogado solicitou falar em privado para evitar expor identidades a terceiros.
O Advogado denunciou perseguição profissional contra defensores de envolvidos no 8 de janeiro, criticando autoridades e instituições. Relatou o arquivamento de denúncias contra si, a criminalização de advogados e a situação precária de presos políticos, defendendo a liberdade e a dignidade dos detentos.
O Advogado denuncia abusos judiciais e cerceamento de liberdades pelo Supremo, defendendo a anistia como solução urgente para restaurar a presunção de inocência e a dignidade política no Brasil.
O advogado questionou o depoente sobre a violação de seus direitos fundamentais e de sua identidade indígena, solicitando registros formais sobre sua etnia e os detalhes da audiência de custódia.
O advogado classifica as prisões arbitrárias sem fundamentação legal e sem acesso à defesa como sequestro.
Todas as perguntas e toda a audiência está sendo devidamente filmada, registrada, para que a gente possa depois trabalhar em cima de todas as informações. Passa a palavra para o nobre amigo de Câmara, Marcos Polon.
Após a prisão você foi diretamente conduzida ao sistema carcerário? Você já foi direto para a colmeia aqui em Brasília? É isso que você informou?
O advogado questionou a ausência de assistência jurídica e de audiência de custódia.
O advogado questionou se a presa passou por audiência de custódia no prazo legal de 24 horas, lamentando a atual fragilidade do Estado de Direito.
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