
O Professor e Sociólogo alerta que, embora a PEC da redução da jornada de trabalho possua méritos sociais, sua implementação abrupta e por lei é economicamente inviável. Aponta que a produtividade brasileira é insuficiente para absorver o aumento de custos, prevendo risco de inflação, desemprego e desequilíbrio nas contas públicas. Defende que mudanças na jornada devem ocorrer via negociação coletiva, respeitando as realidades setoriais e o ritmo de crescimento econômico.
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