
O economista no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos defende a redução da jornada de trabalho como medida para aumentar a produtividade, gerar milhões de postos de emprego, reduzir a subutilização da força de trabalho e melhorar as condições de saúde e segurança, criticando a fragilização da negociação coletiva pós-reforma trabalhista.
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