
O Participante defende usinas reversíveis pelo menor impacto ambiental e potencial de ciclar energia com reservatórios reduzidos.
O Participante defende o planejamento energético como política de Estado de longo prazo, destacando a importância da visão estratégica, da ampliação da flexibilidade do sistema via hidrelétricas e dos desafios relacionados ao licenciamento ambiental e à regulação.
O Participante destaca que a transição para fontes renováveis intermitentes exige uma mudança nos modelos de planejamento energético, que passam a focar na flexibilidade operacional e na gestão de incertezas para garantir o suprimento em tempo real.
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