
O Pesquisador em Segurança Pública, Tecnologia e Dados Abertos critica a permissividade do PL 2338 quanto ao reconhecimento facial, alerta para vulnerabilidades em sistemas como o Cortex e defende a urgência de uma LGPD penal e de investimentos em tecnologias que qualifiquem a investigação criminal.
O Pesquisador em Segurança Pública, Tecnologia e Dados Abertos critica a expansão do reconhecimento facial no Brasil, apontando falta de regulação, vieses discriminatórios, riscos à privacidade e ineficácia na redução da criminalidade. Defende a proibição ou restrição severa do uso dessas tecnologias, priorizando investimentos em políticas públicas e garantias democráticas.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.