
Paulo Fernandes destaca a importância de aumentar o número de pesquisas clínicas no Brasil para aprimorar o registro de inovações e medicamentos. Ele comenta sobre a complexidade do desenvolvimento clínico, a necessidade de especialização, e o papel das associações como a BRACO em fomentar o ecossistema de pesquisa. Ressalta a disparidade na realização de estudos entre as regiões do país e apresenta o Brasil como um mercado promissor, com profissionais qualificados e universidades de destaque. Enfatiza a importância de políticas públicas que integrem os diversos atores envolvidos na pesquisa clínica e destaca a relevância das pesquisas em doenças raras. Observa que, apesar do potencial, o Brasil ainda realiza uma quantidade baixa de estudos clínicos em comparação com outras regiões do mundo, sugerindo que melhorias na regulamentação e maior encadeamento de ações poderiam aumentar a produção e facilitar o acesso a inovações no setor de saúde.
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