
O Coordenador geral do Lapin agradeceu a participação, reforçou a disponibilidade para diálogos sobre o tema e destacou o engajamento da equipe na consulta pública em curso, colocando materiais informativos à disposição dos presentes.
O Coordenador geral do Lapin critica brechas na política do Redata, apontando falta de exigências ambientais concretas, falhas nos incentivos para o mercado interno e desenvolvimento regional, e propõe emendas focadas em transparência, governança e rigor socioambiental.
O Coordenador geral do Lapin destacou, por meio de exemplos corporativos, a disparidade entre as metodologias de compensação de emissões e o crescimento exponencial da poluição real, enfatizando a necessidade de regulamentações baseadas em dados precisos.
O Coordenador geral do Lapin denuncia que empresas de tecnologia praticam greenwashing, omitindo o aumento real de impactos socioambientais por meio de mecanismos de compensação e metodologias que mascaram dados de consumo e emissões.
O Coordenador geral do Lapin destacou que o consumo de água pelos data centers cresce exponencialmente devido à inteligência artificial, atingindo níveis equivalentes a múltiplos países europeus.
O Coordenador geral do Lapin agradeceu a parceria no evento e destacou a importância de debater a materialidade e os impactos socioambientais das tecnologias digitais, apresentando sua organização como um centro de pesquisa e advocacy em direitos humanos, inteligência artificial e governança de dados.
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