
A REPRESENTANTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MÉDICAS E MÉDICOS PELA DEMOCRACIA questionou o atraso na habilitação de serviços do programa Paes Pop Trans em 2024, apesar do orçamento previsto, e destacou a importância da humanização e do diálogo na prática médica.
A REPRESENTANTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MÉDICAS E MÉDICOS PELA DEMOCRACIA - ABMMD critica a Resolução 2427/2025 do CFM, argumentando que a restrição ao cuidado de jovens trans contradiz o princípio da proteção integral do ECA e o direito à saúde. Defende a necessidade de políticas públicas inclusivas, contesta o rigor científico da "Cass Review" usada pelo CFM e denuncia a falta de escuta de profissionais e pacientes na construção de normas que, sob um pretexto de ética, resultam na desproteção e marginalização de jovens trans.
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