
A psicóloga e escritora defende que crianças trans buscam apenas liberdade para pensar sobre si mesmas e construir sua própria subjetividade. Ela critica a patologização dessas crianças e a instrumentalização política do tema, reiterando que o suporte necessário não é uma forma de adoecimento, mas um compromisso com os direitos humanos e a saúde integral.
A psicóloga e escritora defende o suporte médico e legal para crianças e adolescentes trans, refutando argumentos conservadores e estudos com falhas metodológicas que sustentam discursos antitrans no Brasil.
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