
Dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia defende a criação de políticas públicas, centros de referência e protocolos de tratamento (PCDT) para alopecia areata e vitiligo no SUS. O especialista ressalta que são doenças autoimunes crônicas, de alto impacto emocional, que carecem de acesso a terapias eficazes e desmistificação social.
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