
O Professor da UESC alerta que a importação de amêndoas de cacau contaminadas, agravada pela falha no controle de transporte e pela revogação de normas sanitárias, expõe a lavoura brasileira a pragas perigosas, recomendando o restabelecimento imediato de medidas de biossegurança e tratamento fitossanitário.
O Professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) alerta para o grave risco fitossanitário da importação de amêndoas de cacau da África, especificamente pela possível introdução do fungo *Phytophthora megakarya* no Brasil. O especialista critica a flexibilização das normas de biossegurança (Instrução Normativa 125) e a insuficiência da fiscalização técnica, destacando a agressividade da praga, a ausência de tratamento quarentenário adequado e a vulnerabilidade da produção nacional.
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