
O Secretário Adjunto da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia defende que a desvalorização da filosofia e da sociologia na educação básica faz parte de um projeto histórico de ataque à educação pública e às humanidades. Argumenta que as recentes reformas e a BNCC foram impostas sem diálogo, precarizando o ensino e a formação docente. Afirma que essas disciplinas são essenciais para combater o obscurantismo e o negacionismo, sendo indispensáveis para uma educação pública crítica, autônoma e de qualidade.
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