
O REPRESENTANTE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO PAULO defende o direito humano à migração, critica a divisão da classe trabalhadora por políticas xenofóbicas e cobra o acompanhamento de acordos e ações de assistência a brasileiros deportados ou sob custódia no exterior.
O REPRESENTANTE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO PAULO relatou as conclusões da Conferência Continental na Cidade do México, enfatizando o direito à migração como uma luta de classe. Denunciou o encarceramento em massa de imigrantes, a brutalidade da polícia migratória americana (ICE) e o impacto das crises geradas pelo capital e pelo imperialismo. Cobrou maior atuação de governos progressistas e atenção do Estado brasileiro, especialmente do SUS, no acolhimento de deportados, e convocou uma jornada de mobilização continental para março de 2026.
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