
A Participante destaca que a narrativa do livro revela a distorção psicológica de um abusador, que projeta na vítima a responsabilidade pelos seus impulsos criminosos, desmentindo a ideia de consentimento ou provocação.
A Participante critica o trabalho artístico infantil por prejudicar o desenvolvimento, os estudos e o futuro da criança, perpetuando o ciclo da pobreza.
A participante defende o trabalho a partir dos 17 anos, considerando o limite de idade para o jovem aprendiz e a questão do consentimento.
A participante solicita a retirada do segundo parágrafo de sua emenda e propõe definir exposição pública como a disponibilização de informações de menores de 13 anos em plataformas digitais com fins comerciais ou de monetização.
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