
O Diretor e Presidente Executivo da CNC e FECOMÉRCIO-SP posiciona-se contra a redução da jornada de trabalho via PEC, argumentando que a medida geraria custos insustentáveis, queda na produtividade, aumento da informalidade e desequilíbrios fiscais. Defende que a jornada deve ser ajustada via negociação coletiva, respeitando as particularidades de cada setor, em vez de uma imposição legal rígida.
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