
O Coordenador Geral da AGEMPU critica a restrição à manifestação dos servidores, enquanto aponta privilégios de membros e o distanciamento social do Ministério Público, defendendo a paridade e a simetria de direitos.
O Coordenador Geral - Associação Nacional dos Policiais Institucionais do MPU e CNMP - AGEMPU criticou a ausência de representantes do Ministério Público na audiência e a atuação autoritária da instituição, denunciando perseguições internas, censura, a implementação punitiva de testes físicos para policiais e a estagnação de projetos legislativos da categoria, defendendo a mobilização contra abusos e o controle externo pelo Legislativo.
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