
O Juiz Criminal, escritor e professor universitário em Direito Penal defende urgência no combate ao crime organizado, classificando a atuação de facções como terrorismo e cobrando ação parlamentar contra a omissão estatal diante da insegurança pública.
O Juiz Criminal, escritor e professor universitário em Direito Penal alerta que o Brasil enfrenta uma guerra assimétrica de quarta geração, onde facções criminosas operam com táticas militares, armamento de alto calibre e controle territorial. O magistrado critica a legislação brasileira, classificando-a como um "paraíso jurídico" que falha ao definir terrorismo apenas por motivações ideológicas, ignorando a letalidade e o domínio exercido pelo crime organizado. Defende a necessidade de ações integradas que combinem o sufocamento financeiro à repressão armada nas comunidades, rechaçando a romantização da violência e enfatizando o impacto devastador das facções na segurança pública e na vida da população pobre.
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