
A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura defende uma gestão cultural baseada em dados, enfatizando que editais são mecanismos, não políticas públicas. Propõe superar a precariedade do trabalho criativo com políticas equitativas, diferenciando setores e promovendo proteção social efetiva frente aos desafios da nova economia.
A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura defende o Estatuto do Trabalhador da Cultura e a criação da Política Nacional "Brasil Criativo" como modelos de desenvolvimento para superar a precarização, a invisibilidade e a intermitência dos trabalhadores do setor, unindo a valorização do patrimônio ancestral à inovação contemporânea.
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