
O Diretor de Políticas para Trabalhadores da Cultura e Economia Criativa do Ministério da Cultura defende a profissionalização do setor, a garantia de direitos trabalhistas, a redução de taxas previdenciárias para artistas e a importância estratégica de servidores públicos concursados para a continuidade das políticas culturais.
O Diretor de Políticas para Trabalhadores da Cultura e Economia Criativa do Ministério da Cultura defende a importância estratégica da economia criativa para a soberania e o desenvolvimento do país. O gestor destaca a construção do Plano Nacional de Cultura e do Estatuto do Trabalhador da Cultura como instrumentos fundamentais para a formalização, regulamentação, proteção previdenciária e valorização das categorias, enfatizando o papel essencial do movimento sindical e da formação qualificada na garantia de direitos.
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