
O Engenheiro de Transportes e Mestre - Instituto Militar de Engenharia (IME) destaca que a precariedade da infraestrutura portuária gera prejuízos bilionários e compromete a competitividade nacional. Defende que os riscos apontados no leilão são hipotéticos e não justificam exclusões de players, sendo necessária uma regulação forte da ANTAQ para monitorar o mercado. Sugere ouvir os setores produtivos impactados e basear decisões estritamente em evidências e dados técnicos.
O Engenheiro de Transportes e Mestre - Instituto Militar de Engenharia (IME) defende que não existe falha de mercado no Porto de Santos, mas sim uma carência de infraestrutura. Afirma que o setor possui ampla concorrência, que os terminais independentes restringem a capacidade para aumentar a rentabilidade e que as análises da Antac superestimam a concentração ao ignorar novos projetos portuários, resultando em altos custos logísticos e filas de navios.
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