
O Presidente do SINAGÊNCIAS defende a valorização dos servidores, o combate ao etarismo e às mazelas da categoria, criticando reformas que sucateiam o setor público. Exige punição exemplar aos responsáveis pela gestão criminosa da pandemia.
O Presidente do SINAGÊNCIAS critica a reforma administrativa por enfraquecer o Estado em prol de elites, aponta riscos das contratações temporárias e defende o teletrabalho nas agências. Defende a valorização orçamentária, a unificação do ciclo de regulação e a garantia de direitos como paridade e integralidade.
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