
O Neurocientista e Professor de Medicina da Universidade Federal do Paraná enfatiza a importância da intervenção precoce e do aproveitamento da plasticidade cerebral para o desenvolvimento de pacientes autistas.
O Neurocientista e Professor de Medicina da Universidade Federal do Paraná - UFPR explica que a poda neural é o descarte de sinapses excedentes. No autismo, esse processo pode remover conexões essenciais, exigindo a criação de rotas alternativas via neuroplasticidade, o que demanda mais tempo de processamento. A intervenção precoce é fundamental para estimular essas novas vias, diferenciando o autismo regressivo, que se manifesta após a poda, do autismo hereditário, presente desde o nascimento.
O Neurocientista e Professor de Medicina da Universidade Federal do Paraná defende que terapias devem ter rigor científico e que a suplementação só é recomendada após exames laboratoriais que comprovem déficits reais, criticando práticas sem avaliação clínica.
O aumento nos diagnósticos após 2013 deve-se à reclassificação do DSM-5, à maior disseminação de informações pela internet e aos avanços médicos que elevaram a sobrevida infantil.
O Neurocientista e Professor de Medicina da Universidade Federal do Paraná - UFPR explica que o autismo reflete um funcionamento cerebral distinto, caracterizado por hipersensibilidade sensorial. Defende que a intervenção precoce e contínua, aliada a políticas públicas eficazes, é fundamental para o desenvolvimento e bem-estar dos indivíduos em todos os níveis de suporte.
O Neurocientista e Professor de Medicina da Universidade Federal do Paraná - UFPR explica que o TEA é uma neurodivergência caracterizada por um funcionamento cerebral específico, marcado por alterações na conectividade neural. O transtorno exige diagnóstico clínico com prejuízo funcional, sendo fortemente influenciado por fatores genéticos e hereditários. O palestrante detalha o papel de estruturas como o córtex pré-frontal, amígdala, hipocampo, neurônios-espelho, cerebelo e córtex parietal, enfatizando que intervenções precoces, baseadas em previsibilidade e adaptações sensoriais, são fundamentais para o desenvolvimento e bem-estar do autista.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.