
O Membro do Grupo de Trabalho para Normatização do Transtorno do Espectro Autista do Conselho Federal de Medicina alerta para o aumento excessivo e artificial de diagnósticos, a ausência de base científica em diversas terapias propagadas e a inadequação de legislações que ignoram o sistema público de saúde e as classificações oficiais. Defende o rigor diagnóstico clínico, a atenção aos casos de maior comprometimento e a necessidade de políticas públicas realistas e fundamentadas.
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