
O Diretor-Presidente Substituto da ANSN condicionou a extensão de vida de Angra 1 ao cumprimento rigoroso de requisitos de segurança em manutenções futuras, alertou para o risco de paralisação das usinas devido ao esgotamento dos depósitos de rejeitos até 2030 e ressaltou que o fundo de descomissionamento não deve ser utilizado para custear o gerenciamento de rejeitos operacionais.
O Diretor-Presidente Substituto da ANSN aponta déficit orçamentário que compromete contratos vigentes, ressaltando a necessidade de 81 milhões frente à disponibilidade atual de apenas 31 milhões.
O Diretor-Presidente Substituto da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) explicou que a autarquia, criada em 2021 e operacionalizada em agosto de 2025 após a cisão da CNEN, atravessa uma fase de transição administrativa e estrutural. O foco atual é a autonomia plena, a partilha de contratos e patrimônio, a gestão de pessoal e a busca por reforço orçamentário, diante do desafio crítico do alto índice de servidores em idade de aposentadoria e da necessidade de novos quadros.
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