
O PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) defende a memória como uma arma política essencial para a construção do futuro.
O PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) defende a criação de um dia nacional de combate ao fascismo como um acerto de contas do Brasil com sua própria história. Ele alerta para a continuidade do integralismo na política brasileira, a normalização da violência e a indiferença social como ferramentas de um fascismo estrutural, enraizado em práticas coloniais e agravado pela atual crise global.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.