
A Advogada defende a tipificação do aborto tardio como homicídio qualificado, argumentando que a "cultura da morte" ameaça os direitos humanos fundamentais e exige proteção legal rigorosa aos nascituros.
A Advogada condena a prática do aborto em bebês viáveis, classificando-a como crime contra a humanidade e homicídio qualificado. Defende que o direito à vida é inalienável, critica a redefinição técnica do aborto por instâncias ideológicas e promove a entrega legal para adoção como alternativa ética e jurídica.
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