
O Professor e Pesquisador Associado do IBRE/FGV defende a importância das regras fiscais para a sustentabilidade da dívida e gestão macroeconômica. Aponta a necessidade de conciliar controle de gastos com flexibilidade, critica a rigidez orçamentária e a volatilidade das finanças subnacionais. Ressalta que as regras fiscais não substituem o papel do Congresso na construção do equilíbrio fiscal, destacando que a continuidade do arcabouço atual é preferível à sua constante reformulação.
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