
O Diretor-Executivo da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado defende a desregulamentação do setor de saúde para permitir a entrada de pequenas operadoras, argumentando que as atuais exigências favorecem grandes empresas e impedem a oferta de planos mais acessíveis e customizados.
O Diretor-Executivo da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado defende o combate rigoroso a fraudes na saúde suplementar, mas critica a judicialização excessiva e a imposição de obrigações contratuais extras que comprometem o cálculo atuarial. Defende que saúde possui custos elevados e que a solução reside em uma regulação clara, maior concorrência e na distinção entre o sistema público e o privado.
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