COMISSÃO DA AMAZÔNIA E DOS POVOS ORIGINÁRIOS E TRADICIONAIS

Debate sobre gestão ambiental reforça urgência na demarcação de terras indígenas

23 abr. 2024 11:50 às 13:31

Sobre o Evento

Comissão discute gestão territorial e ambiental em terras indígenas, enfatizando a necessidade de proteção e reconhecimento dos direitos indígenas, envolvimento em políticas públicas, e proposta de fortalecer a legislação atual, como a PNGATI e a PNAGAT. Os participantes abordam a importância da demarcação de terras, sustentabilidade e participação indígena na construção de políticas. A audiência destaca o papel dos povos indígenas na preservação ambiental e a urgência de suporte governamental para suas necessidades e direitos.

Mostrando 2 falas de Rodrigo Augusto de Lima Medeiros neste evento

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#22
Representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) - Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) Rodrigo Augusto de Lima Medeiros
Rodrigo Augusto de Lima Medeiros

Representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) - Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA)

Resumo Inteligente

Representante do MMA abordou institutionalização da Penegatti, união de governo, movimento indígena e agronegócio para gestão territorial e ambiental em terras indígenas. Destacou fortalecer gestão fora Amazônia, captar recursos internacionais e inclusão de bioeconomia e serviços ambientais na gestão. Proposta: transformar decreto em lei, fortalecer movimento indígena e aumentar recursos públicos para implementação da Penegatti.

23 de abr, 15:36
23 discursos de outros oradores · 49 min depois
#46
Representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) - Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) Rodrigo Augusto de Lima Medeiros
Rodrigo Augusto de Lima Medeiros

Representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) - Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA)

Resumo Inteligente

A Representante do MMA afirma que a política pública ambiental necessita de maior segurança jurídica, está madura o suficiente e deve dar frutos, destacando a diversidade indígena como ativo cultural, econômico e ambiental para trazer como vitrine para o Brasil. Parabéns ao Atlas Brasilis.

23 de abr, 16:25