REUNIÃO CONJUNTA
Sobre o Evento
Reunião conjunta discutiu danos das enchentes no Rio Grande do Sul com participação de secretários, deputados e representantes do setor agro.
Participante
Saudando o presidente da mesa eu saúdo todo, saúdo todos os deputados e todas as autoridades que estão aqui. E saúdo principalmente a Grazi, que é 1 das nossas líderes e que é responsável por esse grande movimento que está trazendo à tona todos os problemas que nós estamos enfrentando no Rio Grande do Sul. Pra começar eu queria dizer que eu sou produtora há 40 anos, eu tenho 59 anos e só estou aqui, porque eu estou preocupada com o futuro dos meus netos e dos netos de todos os produtores que estão aqui presente, porque nós estamos vendo que a nossa atividade, se nós não nos movimentarmos, se nós não fazer o governo ser reativo ao invés de ativo que ele não está sendo, nós estamos vendo que os nossos filhos vão acabar na cidade recebendo Bolsa Família na beira da das da das comunidades, né, porque nós precisamos produzir para produzir, nós precisamos de crédito, né. Nós não estamos pedindo nada nada nada para o governo de graça. Nós estamos pedindo financiamento para produzir alimentos e pagar esses financiamentos gerar riqueza, né. E eu saí de 1 cidadezinha pequena e sou minha origem é da pequena propriedade. A nossa família tinha 20 hectares em horizantina e 5 filhos. E nós fomos pra fronteira do Rio Grande do Sul, metade sul do estado e lá a gente começou arrendoando terra. E aí começa o grande problema do governo, que é a diferença entre pequeno grande agricultura familiar que hoje o pessoal falou. Hoje nós somos 1 1 propriedade grande considerada, mas somos agricultura familiar. Porque nós somos 5 famílias que dependem daquela daquela propriedade. E também estamos com problemas financeiros por causa de produção, tá? Fizemos investimento em tecnologia, investimos em pivô e em correção de solo e perdemos toda a correção de solo agora com o excesso de chuvas, porque lá os solos são arenosos, eles necessitam de muito mais nutrientes do que os outros solos do norte do estado, não é? O grande problema que está acontecendo hoje é que realmente a enchente foi o ápice do problema. O problema começou lá na secas lá de trás, aonde foram prorrogados contratos pros próximos anos, e esses contratos muitas vezes o banco e aí está Banco do Brasil, está a SICred, está vários bancos, trocaram o crédito agrícola, o custeio, por crédito bancário. E esses crédito bancário agora não estão sendo contemplados com com essa com esse bebê com esse valor do giro, né? Por quê? Porque descaracterizou a a operação. Ela era custeio, ela não foi paga por causa da seca, porque o seguro que existe é seguro medíocre que não cobre os custeios, e teve que ser prorrogada pra prorrogar o banco oferecer 1 linha de crédito com juro mais caro, né, pra substituir ou a CPR ou o custeio, e essa linha é considerada crédito bancário. Não é rural. Não é mais rural. E aí, agora ela não pode ser contemplada segundo as regras, não pode ser contemplada com os recursos do BNDES Giro. E os bancos dizem, ah, eu não posso contemplar, não posso escrever a tua operação dentro dessa desse recurso porque ela está caracterizada, né. E a outra situação é instituições que estão inclusive não oferecendo essa linha. Por exemplo, nós esperávamos dos bancos federais os primeiros a levantar a bandeira e oferecer a linha. E nós temos aí a Caixa Econômica Federal que simplesmente não conseguiu nem ofertar a linha porque diz que não tem condições técnicas de implantar o sistema pra fazer o pra fazer a requerer esse recurso do BDDS. E todas as operações seja de produtores pequenos grandes médios, dentro da Caixa Econômica Federal, não estão sendo podendo ser contemplados com esse recurso porque a Caixa não quer fazer. Obrigado Gisele e já ficam como




