PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão no plenário com várias intervenções de deputados, focando em comunicações breves e ordem do dia. Votações realizadas e trocas de presidência entre deputados.
Deputado
Presidente, eu estamos concluindo debate ali. O Brasil, o vernáculo da língua portuguesa brasileira, ele, traz textos e palavras que fogem às vezes ao controle, de tal maneira que termos simples que nós tínhamos 20 anos atrás, depois da entrada da ONU, se tornou expressões que no contexto do ordenamento jurídico brasileiro propõe dificuldade de interpretação ou dube à interpretação. Essa questão de gênero, que era 1 palavrinha simples há 20 anos atrás, agora é 1 palavra que traz 1 série de consequências na visão moderna dessa expressão. Nós temos que compreender, senhora presidente, que o Brasil tem milhões de normas, desde as normas caseiras, desde as normas das empresas, das normas dos municípios, das normas dos estados, das normas da federação e das normas internacionais que nós cumprimos. O Brasil ele, na interpretação jurídica das expressões, traz decisões muitas vezes diferentes 1 das outras. Basta observarmos o supremo tribunal federal quando decide. E é interessante que quando o supremo tribunal federal decide, cada ministro apresenta o seu voto em 1 versão dele. E por aí nós fomos caminhando porque a democracia, conhecida como a liberdade, muitas vezes tem a sua confusão no excesso de liberdade. Eu sou a doloroso defensor da vida desde a concepção, mas em nome da democracia tem alguém pedindo que a democracia, na sua liberdade, permite 1 mãe, por exemplo, decidir sobre feto, quando na verdade esta mãe não é dona desse feto. Ele é selo independente no conceito da biologia. Mais pessoas se arvoram, E tem essa compreensão numa caminhada que muitas vezes vitimam milhões de crianças no Brasil. Outros em nome da liberdade entendem que numa sala de aula pode doutrinar 1 criança na fase cognitiva que vai de 0 a 7 anos e não sabe discernir entre mandamento orientação e sugestão e 70 por 100 daquilo que ele é. De fato, fica para ser no aprendizado para o resto da vida. Eu tenho dito o presidente de maneira muito interessante, que qualquer ser humano ele tem pelo menos 7 professores no mundo. O primeiro é o pai e a mãe, o segundo é a igreja, o terceiro é a escola, o quarto é o que chamamos de sociedade. O quinto é o cônjuge, o sexto é o filho, o sétimo é os netos. Todos eles deixam lições. Por isso que, o resgate da importância familiar, no modelo judaico patriarcal, é resgate necessário porque trabalha de maneira muito forte, com a formação da base, com a formação do caráter do cidadão. Quantas lições eu carrego para o resto da minha vida, que aprendi na minha casa, casa de meu pai, de minha mãe, mesmo ainda morando, em 1 propriedade rural. Frases que nunca mais esqueço. A família que constrói o ser humano, que constrói essa base, ela jamais pode ser ignorada em qualquer movimentação de legisladores brasileiros. E a nossa luta nessa casa, não é 1 luta em detrimento de pessoas, mas eu sou contra discriminação porém, eu entendo que, a base familiar é quem deva dar as direções na questão da sexualidade. Eu entendo que a escola tem que ser de português, matemática, física e química. Nada mais do que isso, não é local de doutrinação ideológica. Eu entendo que os poderes constituídos que sobrevivem com base no erário público, jamais podem se arvorarem, no sentido de usar os pagantes de impostos para trazer políticas em detrimento desses valores, que ordena e direciona 1 sociedade moderna. Temos que zelar disso a todo custo, porque nós deputados, presidente de república, ministros, somos funcionários do povo, e a imensa maioria do dos brasileiros, tem 1 compreensão desse modelo familiar judaico patriarcal. Em outro ano eu vejo o Supremo muitas vezes, se arvorando em decisões que não é de competência deles, mas é de competência do poder legislativo. Portanto senhora presidente, isso me preocupa. Ora, eu estou vendo pessoas sendo vitimadas porque dia ousou dizer, que o Brasil não pode perder o seu direito de questionar os atos daqueles que se servem do erário público, quer seja nas instâncias do Judiciário, do Executivo ou do Legislativo. Dentro desta visão, eu estou aqui, em nome do PL dizendo que nós precisamos de ponderar a importância, a profundidade desses valores. Perdemos, é correr risco de 1 geração futura aonde nós não vamos compreender as consequências. É melhor continuar lidando com aquilo que está dando certo. Por Peço, que Deus possa abençoar, essa câmara, a nossa querida Benedita, parece que o texto também está redondinho aí, é isso mesmo, e possamos votar essa matéria de maneira consensual, assim acredito e agradeço àqueles que compreenderam para a melhoria do texto. Muito obrigado presidente.




