COMISSÃO DE INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS
Sobre o Evento
Comissão discute impacto econômico da venda ilegal de cigarros eletrônicos com diversos especialistas e deputados.
Diretor-Executivo - Instituto Livre Mercado
Eu vi a exposição da deputada Flávia, eu acho que tem 1 diferença bem grande em relação aos cigarros eletrônicos. Na trabalho que nós fizemos relacionados o Brasil fez relacionado cigarros, ele teve 1 premissa básica, liberdade, liberdade de escolha, informação, convencimento, possibilidade pra isso. Ou seja, 1 regulação muito ostensiva permitindo que as pessoas decidissem continuar ou parar de fumar. Deu certo. Funcionou. Agora nós queremos fazer o contrário do que foi feito no cigarro e achando que vai dar o mesmo resultado. Tem sido o contrário, tem aumentado com a proibição fortemente AA0 uso do cigarro eletrônico, do tabaco aquecido do, sem ser nada da indústria nacional, nem produção, nem distribuição, nem venda. Albert Einstein dizia que somente o louco acredita que fazer a mesma coisa dará resultado diferente. Se a gente achou que aquilo funcionou e deu certo, relacionada à informação deputada Flávia Moraes, a gente tem que seguir o mesmo caminho. Regulamento, permite que as pessoas tenham a possibilidade de tomar a decisão, de ter a sua escolha relacionada a isso, e aí sim poder informar. Porque hoje qualquer questionamento não é possível. Ora, isso é proibido deputado Heitorho no Brasil. Como é que eu vou regulamentar? Como é que eu vou dizer que as pessoas estão erradas? Eu estava sendo questionado lá fora pela repórter, e ela disse mas funcionou no Brasil nós informamos colocamos advertência trouxemos isso, eu disse tem 1 premissa claro no Brasil é proibido. Então tudo que é usado aqui é ilegal. Então eu não posso fazer advertência para dizer os riscos os problemas as dificuldades pra isso. A gente tem que entender que as pessoas têm capacidade de tomar a decisão certa na sua própria vida, ao invés da gente querer tutelar a saúde alheia. Tutelar saúde alheia tem dado errado, não tem funcionado. Temos hoje como disse o deputado Pecent, 6000000 de usuários e crescendo. Como disse o deputado Paulo Belinski, entram 25000000 de déficits no Brasil. Nenhum é produzido pela indústria brasileira. Nenhum é distribuído pelas distribuidoras brasileiras. Nenhum é comercializado pelas pela indústria, pelo comércio brasileiro. Ou seja, essa frente aqui tem papel fundamental de permitir que a indústria funcione. Se eu vou fazer projeto de lei proibindo e ratificando aquilo que não deu certo, isso não vai funcionar. O que funcionou no Brasil e deu certo no Brasil foi informação. O que deu certo no Brasil foi deixar claro os riscos. O que deu certo no Brasil foi as pessoas serem informadas o que funciona e o que não funciona. O que deu errado no Brasil deu errado sempre é você achar que as pessoas não têm capacidade de fazer as escolhas certas na sua




