COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sobre o Evento
Discussão sobre custos na aquisição de grãos na região Sul, com participação de autoridades e especialistas.
Analista - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC
Bem, primeiro que eu queria ressaltar alguns pontos, ficou bem, bem claro na apresentação do Edmar, que é do Deral Secretária do Paraná. O Paraná, antes fornecedor de milho pra Santa Catarina, seja já chegou a próximo de 2000000 de toneladas hoje, está, não não é mais fornecedor do fornecedor direto, milho para o estado está cada vez mais longe. Ou via Paraguai, via centrooeste e Mato Grosso do Sul, que estão, é principais fornecedores. A questão do etanol também está aumentando muito o consumo, já passa de 2 12000000 de toneladas, é fator a se pensar. A fala do senhor Ricardo Gouveia, quando foi secretário da agricultura, e a gente atuou, nós tivemos projeto junto com o CPF ESALQLOG, sobre ferrovias, estudo interessante que eu acho que podemos resgatar, e que pode subsidiar a os estudos daqui pra frente. Conforme o senhor Ricardo falou, Gouveia, as ações têm que ser integradas né, não é 1 solução única, mas eu acredito que a logística é a principal, países onde a distância é grande pra trazer grãos, por exemplo a Ucrânia, que é a maior produtor de milho da Europa, é essencialmente a modal ferroviário é o transporte do milho para abastecer a Europa. Então, o caminho passa necessariamente pela questão ferroviária, para o centrooeste ou até Cascavel e pra comentar a questão do do milho do Paraguai. Ou também a questão do milho Cerqueira né? E é direto também podemos, reagir mais tudo que seria mais próximo. Mas as ações têm que ser integradas, nós temos vários ações, a questão técnica de aumento de produtividade, a questão dos cereais de inverno, que pode ser fomentada no estado, nós não temos 1 segunda safra, igual tem o centrooeste do Paraná, norte do Paraná, nós temos aí, 50000 hectares de de soja, que é safra de verão, onde pode metade dessa área pode ir pra pra cereais de inverno, trigo, Triticale e transformar em rações, que também é 1 contribuição. O DDG é outra saída que está vindo para Porto Imbituba, volume muito, muito grande, sendo exportado cada vez mais, porque a produção de etanol cresceu. Então as ações têm que ser integradas e têm que ser em em conjunto né, com essas soluções. Então nós nos colocamos aí Pag, a empresa de pesquisa e extensão rural de Santa Catarina, coloco à disposição pra continuar subsidiando essa essa área técnica e também participando dessa solução, ok? Agradeço à deputada Daniela pelo convite.




