PLENÁRIO
Sobre o Evento
Resumo da sessão plenária de 03/12/2024 com múltiplas intervenções de diversos deputados, incluindo momentos de troca de presidência e votação.
Deputada
Boa noite senhor presidente, senhoras deputadas, senhores deputados, me traz aqui no horário da secretaria da infância e também na defesa das mulheres, das mulheres catarinenses, das mulheres brasileira, num período que estamos, pelos 20 e dias de ativismo, pelo fim da violência contra as mulheres. A campanha mundial, ela começou com 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, que começou no dia 25 de novembro, que vai até o dia 10 de dezembro. E na câmara é promovida, esse essas atividades, pela nossa secretaria da mulher, que é conduzida pela nossa deputada Benedita da Silva. E no Brasil a campanha é ampliada para 20 e dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Iniciando no dia 20 de novembro, 5 dias antes, porque é o dia da consciência negra, para reconhecer a dupla vulnerabilidade das mulheres negras que sofrem muitas violências. E o período entre 25 de novembro, que é o dia internacional da não violência contra a mulher, até o dia 10 de dezembro, que é o dia da declaração universal dos direitos humanos. E que nesses dias, dos 20 e dias de ativismo, busca promover ações de conscientização, prevenção e combate à violência de gênero. A violência contra as meninas, e a semana passada, infelizmente, foi votada 1 PEC na CCJ, a PEC do Estupido, mais 1 violência contra as mulheres e as meninas do nosso país, também, se manifesta outros tipos de violências, que é a violência física, psicológica, a sexual, a patrimonial que muito pouco se fala, e a moral. Além de violências menos visíveis e menos faladas, que são a violência obstética, no momento que a mulher vai parir o seu filho, sofre 1 série de violências que hoje tipificada como violência obstética. Os dados são da Fundação Perseu Abramo, que mostra que 1 em 4 mulheres, no nosso país, já sofreu o tipo de violência obstétrica. E segundo a pesquisa, mulheres brasileiras de gênero, no espaço público privado divulgada em 2010, em parceria com o SES, os tipos mais comuns de violência durante o trabalho de parto e parto. São, os gritos que as mulheres às vezes, né, são submetidas pelos profissionais de saúde, os procedimentos dolorosos, sem consentimento à informação, a falta de analgésico de analgesia, e também muitas negligências. Já a pesquisa nascer no Brasil, da Fiocruz, ouviu 24000 mulheres no nosso país, entre o ano 2011, e o ano 2012, e observou que 30 por 100 das mulheres atendidas em hospitais privados, sofreram violência obstétrica. E no SUS, a taxa é de 45 por 100. Dados também são alarmantes, que relevam elevados índices de feminicídios, a violência doméstica no nosso país, com impacto desproporcional entre as mulheres negras, as mulheres indígenas, a LGBTQIA mais e também as mulheres em vulnerabilidade social. Nós todos sabemos aqui senhoras e senhores, Que a violência contra a mulher ainda é 1 chaga no nosso país, a violência o feminicídio. Os obstáculos que nós enfrentamos da violência, inclui infelizmente a cultura do machismo, e a desinformação das políticas públicas que são insuficientes para prevenir e também promover o atendimento adequado às mulheres. No Brasil legislação como a Maria da Penha, e a lei de feminicídio representam marcos interessantes e importantes de enfrentamento à violência de gênero. Mas é muito bem destacar, que nesses 20 e dias de ativismo, que ainda estamos em em pauta até o dia 10 de dezembro, nós temos que todos os dias não somente nós que somos mulheres, mas os homens também para acabar com o fim, acabar de 1 vez com a violência. Obrigado deputada.




