CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS

12 dez. 2024 07:10 às 10:00

Sobre o Evento

Debate sobre impactos da inteligência artificial na economia com especialistas de diversas instituições.

Status
Concluído
ID: 74519Total: 92 discursos
#47
Pesquisador - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Luis Claudio Kubota
Luis Claudio Kubota

Pesquisador - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)

Transcrição automática

Tiago muito obrigado pela pela pergunta, eu eu vou responder em 2 etapas acho que o o professor Fernando comentou na fala dele, o o Assimoglu ele é muito preocupado, aí ele fala mais do ponto de vista macro, geopolítico até e do ponto de vista governamental, que isso é 1 opção da sociedade fazer com que essa essa dicotomia entre complementaridade e substituição tenda mais pro lado de complementaridade favorecendo produtividade e ganhe para todos né então a visão dele vai muito do ponto de vista mais marco do governo. Agora do ponto de vista do trabalhador, acho que tem tem 2 pontos. Tem 1 questão etária, e aí está associado com a questão da de etarismo que os as pessoas mais e mais idade têm mais dificuldade, de, de lidar com essas tecnologias né. Apesar de que tem muitos jovens, eu tenho 2 né, tenho 2 filhos jovens, são são doutores em TikTok mas muitos deles não sabem né pilotar Excel. Mas acho que tem 1 preocupação 1 preocupação que está subjacente à sua pergunta, tem 1 questão, né não só a formar, nós servidores, os trabalhos em geral, mas focar pessoas com com com deficiência, né? Focar nessas pessoas que são mais frágeis, mais vulneráveis AAA essa questão. Isso posto, do do ponto de vista positivo, eu penso assim, nunca na história da humanidade teve tanto material disponível de graça pra quem tenha celular na sua mão, né? Canana Canacadame, e muito material da USP, das melhores universidades, você tem esse material disponível pra pra aprender. E aí tem 1 questão que é é muito pessoal da da da força de vontade individual né, vou dar exemplo nosso aqui na no as economistas tinham 1 1 1 tradição de de softwares size, Stata, e e cada vez isso foi migrando pra pra softwares mais abertos né? ARE Python. Eu pessoalmente trabalho com R agora, fazer esse salto, não é é atender 1 língua nova, é aprender 1 linguagem nova. Vários colegas meus fizeram isso, provavelmente os mais jovens já na verdade já nasceram né com essas novas linguagens mas muitos colegas não fizeram, ficaram, conseguem se resolver com com os softwares mais mais tradicionais. Então tem componente pessoal também que não pode ser ignorado. Obrigado pela pergunta.

12 de dez, 12:15