
Também como os colegas agradecer mais 1 vez o convite deputado Hélio Lopes às sedes às perguntas de todos os consultores e dos da audiência muito obrigado.
Daniel, colega lá da MC do MCTI, 1 saudação. Eu penso que, eu estava ali 2 2 anos na coordenação de educação lá lá lá no IPEA. Tem 1 questão de gênero né, se tem falta de talento, você tem 1 concentração muito grande masculina nessa área, isso inibe né, acaba inibindo que que que que meninas e jovens, tenham, partam pra essa área mais tecnológica, isso é ponto. E e eu concordo com você com a questão do PIX né, que é pouco na linha do que eu respondi pro Leonide acho que o brasileiro é, Pra certo tipo de tecnologia nós somos super super legeiros e adotar. E aí, do ponto de vista da políticas que o professor Fernando colocou, é é muito fácil de falar né, temos que qualificar mundo, temos que melhorar a qualidade da educação. Aí eu eu volto acho que eu comentei até ano passado, a questão da qualificação acho que tem programas que são interessantes mas é muito, geracional, né? Hoje felizmente temos jovens mais mais escolarizados que a gente tem de geração anterior, o Brasil atrasou 100 anos né, comparando com os Estados Unidos, com a Europa. Infelizmente a gente paga o preço disso hoje, então não existe, né, bala de prata. Tem políticas boas que a gente pode estar estar adotando, atraindo. Ah eu acabei de escrever estudo sobre a ABMEP. Identificar esses talentos de matemática né, que são potenciais, inclusive fizemos até acordo com o INPA, são potenciais futuros trabalhadores nessa área, e muitos deles são são humildes né, o foco é escolas públicas, identificar esses talentos e fazer políticas pra pra atraílos pra essa, inclusive a FGV do professor Fernando só tem trabalho muito bonito, onde eles dão bolsas pra pra estudantes que identificados pela OBEMEP. Obrigado pela pergunta Daniel.
Doutora Maria Clara obrigado pela questão aqui eu vou fazer disclaimer tá que eu falo estritamente nesse ponto sobre, do ponto de vista pessoal não necessariamente representando a a opinião da da do órgão que eu pertenço. Bom, acho que acho que essa preocupação sobre as micro e pequenas é é vital, né? Eu sempre defendo que, dado que não só no Brasil se a maior parte das empresas é de pequeno e médio porte, e a maior parte do emprego está nessas empresas, não adianta você focar só naquelas grandes, porque isso né algebricamente não vai fazer a resolver o problema de país nenhum. Então eu acho que além do da questão do sandbox eu seria até mais mais mais propositivo, acho que 0A0 lá da da União Europeia ele foi muito preocupado nessa questão do custo dependendo do poste da empresa né? Então acho que isso é 1 coisa que nessa casa aqui os senhores congressistas têm que têm que, eu entendo que deixar muito explícito na regulamentação, tornando mais fácil a inovação para as pequenas e médias em relação às maiores. E agora vestindo o papel do executivo, né, tem várias políticas que o governo tem feito, tentando aumentar nossa capacidade interna, a questão dos data centers, tem sido trabalhado no EmiDI, que as por a EBI, a ApeB, que tem sido trabalhado lá pelo MCTI. E eu gosto muito de programa chamado Brasil Mais Produtivo, que é exatamente focado pra essas desempregas as menores, e é dado subsídio né, pra pra de consultoria, pra fornecer exatamente o que aquela empresa está está precisando. Obrigado pela pergunta.
Obrigado Leonide pela pela, pergunta pela questão, bastante instigante né? Sobre a questão do, o primeiro ponto, tem tem 1 1 escolhas que a sociedade faz né? Por exemplo, aí falando de aplicações, no no meu prédio, no meu clube e hoje no meu trabalho, eu entro, mostrando essa essa cara feia aqui. Na na Alemanha eles têm 1 preocupação muito grande com a questão né da da privacidade e talvez esse tipo de de uso que brasileiro adota, pelo menos não tem tanta gente reclamando assim, adota com relativa rapidez. Então são escolhas que a sociedade vai fazer, da Alemanha pra gente vai ter de resposta e o Brasil está exatamente discutindo esse tipo de coisa aqui na na no Congresso né, tanto na Câmara quanto no no Senado. Acho que entra muito na questão da governança, mas só com relação à questão política, o professor Fernando falou de alguns outros, eu tenho 1 preocupação até remetendo pouco a questão que o Guilherme fez, eu tenho, a gente está falando de uso de 1 ferramenta, né, nas redes sociais, vamos dizer, que tem certo tipo de de resultado. Eu estou falando do outro tipo de uso pra adentrar num de segurança pra adentrar em ambiente. Quando eu trabalhava em operadora a gente fazia usos pra classificar cliente, criar grupo de cliente, então eu tenho 1 preocupação de que a regulamentação tenta, ela nunca vai conseguir abranger todos os tipos de uso né? Então, talvez os a sua segunda questão tem muito a ver com a discussão que está ocorrendo agora no congresso né? Sobre sobre o o Marco Civil. Então eu tenho, acho que é importante, discutir diferenciar a questão da tecnologia dos seus usos, que é 1 preocupação que muitos cientistas fazem né, que estão estão entrando na discussão regulamentar, de não botar tudo no na na mesma cesta. Obrigado pela pergunta.
Charles muito obrigado pela pela colocação. Eu eu basicamente compartilho com a visão do dos colegas do Fernando e do William, eu eu tento acredito, a mim, tenho mais temor eu eu tenho mais temor de cenário de aumento desigualdade do que cenário, mais catastrófico de de desemprego em massa, mas é acho que é bom ressaltar o seguinte, tem muita gente muito boa, o Benjo e o Joffrey Hinon, que acabou de ganhar o PM Nobel, são considerados 2 dos Gott fadas né, dos padrinhos da IA, Elon Musk, o próprio Assemoglu e Kaifoli que acreditam num cenário mais pessimista como que você colocou. Mas, é, em sentido contrário, aí eu vou vestir o chapéu do século passado, eu trabalhei em consultoria. 1 coisa, eu tenho lá meu meu ChatGPT, agora, transformar isso realmente algo produtivo que faça a diferença, é 1 distância muito grande, né? Isso vale pra empresa, vale pra governo. Então você adotar, é 1 coisa, você transformar aquilo, né, de modo, colocar aquilo de modo produtivo na sua empresa, no no seu negócio é algo bem diferente. Então, isso não só no Brasil, isso acontece em todos os países, por isso que eu eu acredito que esse esse movimento não vai ser tão rápido quanto quanto alguns temem. E pouco também o ponto que o que o Fernando colocou, se a gente, né, nós enquanto sociedade conseguimos fazer isso ganhe, né, seja produtivos, gere ganhos pra sociedade, Na verdade isso pode ser positivo, né, num cenário de de de aperto de mão de obra de envelhecimento da população como foi colocado lá no trabalho do William. Obrigado pela pergunta.
Tiago muito obrigado pela pela pergunta, eu eu vou responder em 2 etapas acho que o o professor Fernando comentou na fala dele, o o Assimoglu ele é muito preocupado, aí ele fala mais do ponto de vista macro, geopolítico até e do ponto de vista governamental, que isso é 1 opção da sociedade fazer com que essa essa dicotomia entre complementaridade e substituição tenda mais pro lado de complementaridade favorecendo produtividade e ganhe para todos né então a visão dele vai muito do ponto de vista mais marco do governo. Agora do ponto de vista do trabalhador, acho que tem tem 2 pontos. Tem 1 questão etária, e aí está associado com a questão da de etarismo que os as pessoas mais e mais idade têm mais dificuldade, de, de lidar com essas tecnologias né. Apesar de que tem muitos jovens, eu tenho 2 né, tenho 2 filhos jovens, são são doutores em TikTok mas muitos deles não sabem né pilotar Excel. Mas acho que tem 1 preocupação 1 preocupação que está subjacente à sua pergunta, tem 1 questão, né não só a formar, nós servidores, os trabalhos em geral, mas focar pessoas com com com deficiência, né? Focar nessas pessoas que são mais frágeis, mais vulneráveis AAA essa questão. Isso posto, do do ponto de vista positivo, eu penso assim, nunca na história da humanidade teve tanto material disponível de graça pra quem tenha celular na sua mão, né? Canana Canacadame, e muito material da USP, das melhores universidades, você tem esse material disponível pra pra aprender. E aí tem 1 questão que é é muito pessoal da da da força de vontade individual né, vou dar exemplo nosso aqui na no as economistas tinham 1 1 1 tradição de de softwares size, Stata, e e cada vez isso foi migrando pra pra softwares mais abertos né? ARE Python. Eu pessoalmente trabalho com R agora, fazer esse salto, não é é atender 1 língua nova, é aprender 1 linguagem nova. Vários colegas meus fizeram isso, provavelmente os mais jovens já na verdade já nasceram né com essas novas linguagens mas muitos colegas não fizeram, ficaram, conseguem se resolver com com os softwares mais mais tradicionais. Então tem componente pessoal também que não pode ser ignorado. Obrigado pela pergunta.
Angelo muito obrigado pela questão. Acho que antes de de responder acho que é interessante pontuar que as apresentações foram de certa forma muito convergentes né perfil parecido 4 economistas, incerteza nas projeções, a dicotomia entre complementaridade e substituição, se você tiver mais complementaridade o potencial de ganho de produtividade de PIB é mais favorável, e no cenário por substituição aquele problema da da substituição de emprego desemprego e aumento da desigualdade. Mas agora com a sua questão vou vestir chapéu, desde dia 2 de janeiro de 2000 eu assinei minha azulzinha lá da na numa operadora. Então já trabalho com xícara, no dia primeiro de janeiro agora vou completar 25 anos, trabalhando com tiques né? E e aí vou vestir esse esse chapéu mais do do meu da minha experiência anterior. China, tem estudo que a gente publicou que saiu depois que eu vim aqui ano passado vou encaminhar via via Juliana, fazendo analisando a bíblia biometria. E é claramente Estados Unidos e China é o primeiro bloco, tá. E essa tem alguns países europeus e entre os emergentes quem se destaca é a Índia, tá. Mas sobre a China eu recomendo livro chamado AI SuperPowers, é traduzido já no no em português eu não lembro o título em português, do Kai Fu Lee. Ele foi presidente do Google Team, China e várias outras dessas grandes empresas. A tese dele é de que, os 2 grandes players são os Estados Unidos e China. E por que que, por que isso né? Acho que é interessante aí do ponto de vista mais técnico falar que esse cenário que a gente vive da chama de IA hoje, é a IA baseada né, em machine learning, em em grande base de dados. Já tivemos no passado outros paradigmas de IA mais simbólica que não eram tão dependentes dos dados. E aí quando você pensa nos dados a gente tem no cenário ocidental né as americanas, quer que todos nós aqui somos certamente cliente, e tem cenário lá da China que tem outras empresas né, Alibaba e tal, de posse dos seus dos dados dos chineses. Então ele argumenta que isso é algo que vai dar, dar 1 grande vantagem para esses 2 países. Ele comenta o seguinte, aí óbvio que ele ele é de Taiwan nem é nem nem a da China continental, mas ele defende no livro, que é pouco a vantagem da Índia que tem é, pra esse tipo de algoritmo né de técnica, o volume né, volume de engenheiros por exemplo, que a China e a Índia produzem hoje em maior número do que do que o ocidente, pode ser mais determinante, né. E aí ele faz a ressalva que os grandes pulos de tecnologia se dão, eu falei China e Índia dominam a bibliografia, publicam mais artigo. Mas aqueles artigos que fazem diferença, são poucos. E aí posteriormente a esse livro, foi publicado né artigo da Google, foi a Google que publicou, do transformers, que é o artigo que da arquitetura que está sendo utilizado nesses algoritmos de LLM. Então esse, em função desse algoritmo, os Estados Unidos conseguiu dar esse salto. Mas ele defende que a China E0E os Estados Unidos são grandes players, tem essas vantagens que eu comentei. E aí no no no que diz respeito a outros países que que o senhor comentou, acho que o Japão, acho que o Japão e Coreia EEA GrãBretanha são países que tem procurado apesar de estar bem entrando esses outros 2, procurado se colocar como plataformas inovadoras, né? O sediou evento interessante no no no da há pouco tempo, o Japão tem procurado retomar né sua sua proatividade na questão de semicondutores, mas eu diria assim, China, Estados Unidos é o primeiro bloco e outros países tentando correr atrás. Mas eu recomendo fortemente esse livro. EE0 eu comentei com com o deputado antes da sessão, tem professor daqui da UFG, Anderson Soares, procurem por gentileza aí no no Linkedin dele, ele analisa alguns modelos de LM da China, aí ele é ele é aí ele é ele é cientista de computação né, e ele fala que os resultados são muito interessantes compatíveis com esses LMs que que a gente conhece do ocidente. Aí é cientista mesmo da computação falando que a China já está, correndo atrás nessa área também. Obrigado pela pergunta. Pode ir. É só mesmo só mesmo agradecer a resposta obrigado. Vamos abrir agora.
Por gentileza. Bom então eu vou iniciar com, vou me concentrar principalmente nesse estudo que é muito recente saiu há há poucos meses da OCDE. Felizmente o Brasil ainda não é não é membro né, mas temos 2 países latinoamericanos a Colômbia e o México que a que podem dar parâmetro pra gente. Então é como é de se esperar né, a IA generativa existem outros tipos de ar, ela é muito mais voltada, tem impacto muito esperado muito maior em trabalhos tipo nosso, né, no trabalho do colarinho branco. Isso quer dizer que a exposição dos profissionais vai atender a ser maior em áreas urbanas e menos em áreas não urbanas e mais em primeiro momento pelo menos mais países mais desenvolvidos e menos em países desenvolvimento. As áreas que a OCDE elenca como possivelmente mais afetadas são educação side essa área de tecnologia da informação finanças. O terceiro ponto que é 1 preocupação de todos né a questão da do desemprego massivo não é não há evidências disso pelo menos no até o momento no curto prazo. E como o deputado comentou na na fala dele inicial dele, existe muita expectativa de de ganhos em alguns em alguns pontos né por exemplo, ponto que eu falei ano passado né, países envelhecidos com baixíssima taxa de natalidade como Coreia do Sul, Itália, Japão, podem se beneficiar em algumas em algumas dessas com algumas dessas aplicações. Pode ser potencialmente também ganho de produtividade, que é problema de de países como o Brasil, mas não só, AAA mesma Europa está ficando atrás quando se compara com os Estados Unidos. E mesmo questões de inclusão, né, acabamos, acabei de fazer 1 auto descrição, são ferramentas que podem auxiliar na inclusão de pessoas com as mais diversas formas de deficiência. Óbvio que não existem só o lado, tem tempo a parte doce, mas tem a parte amarga também existem riscos éticos né, potencialmente envolvidos, riscos de desigualdade, né, se essas pessoas de colarinho branco por porventura perder se perderem seu emprego, será que eles vão ser deslocados para setores com menos produtividade? Isso é 1 preocupação. E 1 desigualdade, que é o foco desse relatório da OCDE, é regional, não existe 1 desigualdade regional não só em nível mundial, mas mesmo dentro dos países da OCDE, a desigualdade regionais são muito grande né, a gente tem exemplos da da Itália, norte sul, na Alemanha, lesteoeste então isso é 1 preocupação também lá do pessoal da OCDE. Então a recomendação deles é que se use use as evidências pra adaptar sempre as realidades locais e obviamente como não poderia deixar de ser buscar a qualificação dos profissionais isso vale muito para nós aqui também dentro do setor público, né? Próximo por gentileza. Então, esses dados da OCDE são interessantes porque mostram ali como seria de se esperar, quanto mais escuro, né, mais o tom mais roxo, maior a exposição esperada da IAgenerativa. Então a gente vê muito ali na região de Quebec, BritesColômbia, o norte da Europa e como seria de se esperar nossos países aqui da América Latina, México, Colômbia e também ali o sul da Europa né, Espanha e Portugal, potencialmente menos expostos pelo menos nesse momento. Isso reforça aquela questão de que é 1 tecnologia que vai afetar mais áreas urbanas e áreas mais industrializadas. Próximo por gentileza. Aqui como eu comentei né, existe 1 desigualdade muito grande entre os países, então áreas menos desenvolvidas de país podem estar se equiparando a áreas mais desenvolvidas e expostas de outros, então isso não é só 1 realidade quando a gente pensa no contexto brasileiro ou latinoamericano, mesmo em países como Japão, Alemanha existe 1 desigualdade bastante forte. Próximo por gentileza. Esse esse slide eu acho que é muito interessante, porque é ponto que eu procurei reforçar no ano passado né? Existe buzz muito forte com relação à regenerativa, mas o que vai fazer diferença pra produtividade, provavelmente vai ser conjunto de tecnologias, que vai envolver dependendo do setor, né, a parte de equipamento, robôs, né, como mostra aí a figura, tecnologias digitais, mas de modo mais amplo né, a conectividade, que é ponto que você sem conectividade dificilmente vai vai vai ter mais dificuldade de acessar tecnologias de agenerativa. E vai ter setores onde e aí sim, a agenerativa por si só pode ter impacto mais alto. E ano passado eu elenquei alguns deles né? Basicamente são setores onde o produto é o conteúdo, né? Audiovisual, área jurídica, potencialmente já né na na na jurídico aqui no Brasil está muito avançado já. Minha área de pesquisa né, os senhores senhoras acompanharam vai 3 prêmios 4 4 prêmios Nobel que são dessa área de de IA, então potencialmente afetando a pesquisa e a ciência. Mas eu eu acredito assim, em áreas onde o produto é tijolo ou é tomate, a IA por si dificilmente vai ter impacto muito grande, né? Então acho que tem essa diferenciação, onde o audiovisual, onde o produto é, o conteúdo sim, tem impacto potencial mais forte, na verdade já existe hoje né? No curto prazo realmente se você pensar a a geração de imagens, são coisas de de cair o queixo. Próximo por gentileza. Esse aqui eu vou eu vou passar porque como o William está na na na na sequência ele muito provavelmente vai falar desse desse, desse texto então vai ser desligante da minha parte, como é texto deles lá eu vou deixar pra ele, pra ele comentar. Aí próximo por gentileza. Mais Então nessa nessa fala inicial eu procurei falar da questão né do do emprego que tem alguns riscos mas potencialmente benefícios e muita desigualdade potencial, regional e setorial. E aí a questão da produtividade aí onde entra pouco da futurologia né eu vou mostrar estudos pros senhores e pras senhoras, de de fonte de né de de alto gabarito como a própria OCEDEC é esse primeiro, do recém laureado prêmio Nobel de economia o Daron Assemble Blue, e os senhores vão ver que e a senhora e a senhora vão ver que as as estimativas são muito muito diferentes né? Então, aqui fica fica cada vai ter AAA oportunidade de escolher aquela que julga mais mais factível. Então eles reforçam o potencial dessa tecnologia pra, aumentar a produtividade que é problema brasileiro, problema mundial, problema europeu, e só comentei anteriormente né, o risco será que o esse deslocamento potencial de emprego vai se dar em direção a setores menos produtivos e ser 1 preocupação importante. Eles focam muito nessa questão do acesso, né, e aí está muito ligado com a questão da conectividade, A questão de complementaridade né, ou seja, utilizar a ferramenta, muitos de nós aqui provavelmente já estamos utilizando isso em nosso benefício né? Reuniões por exemplo são gravadas em ferramentas EEA ata é gerado mata, eu acho assim muito fidedigna, em português inclusive. Reforçando também a questão da educação e treinamento, e 1 questão que está sendo muito discutida aqui no âmbito do do congresso né, a questão da da governança e da regulação. 1 preocupação que eles colocam que ao contrário de tecnologias anteriores onde existia assim equilíbrio entre academia e a indústria, o setor produtivo, hoje essas tecnologias são muito fortemente dominadas pela indústria né? Porque o treinamento desses modelos é muito caro, e exige né 1 infraestrutura de data center que é realmente 1 coisa difícil até de imaginar, é é muito grande então a academia tem, como não poderia deixar de ser, dificuldade de de acompanhar esses investimentos com relação à indústria. Eles reforçam mais 1 vez o risco da da questão da desigualdade, e os riscos que é decorrente desse que eu acabei de comentar da questão da concentração de mercado ainda maior né nesse mercado de Big Techs, aumento de desigualdades a questão de vieses, desinformação e violação de privacidade. Próximo por gentileza. Então isso aqui são algumas estimativas que os senhores e senhoras podem ver que são bastante diferentes conforme o país, tá? Potencialmente, muito mais, ganho nos Estados Unidos, no norte da da Europa né, Holanda e Reino Unido, estimativas bem mais modestas pra França e pra Itália por exemplo, tá? São 3 cenários alto, médio e baixo pra cada desse país. Então os senhores podem observar que assim são ganhos potenciais estimados muito diferentes dependendo do país. E aqui eu já vou antecipar o próximo slide, Esse ponto mais pessimista né ou seja, menos otimista para a Itália. Pode passar por gentileza, é o que o a semoglu está estimando pros Estados Unidos. Ou seja, ele está totalmente ao ao invés na na na dioganol oposta em relação a esse esse, esse gráfico que é o CD estimou. A estimativa que ele que ele, tem pra próximos 10 anos é de 0.6 ponto percentual de ganho de produtividade em 10 anos, ou seja, 1 ganho realmente bastante modesto na na visão dele tá? Ganhos do PIB também dessa ordem de de ponto percentual em 10 anos, tá? Decorrente da Iaginerativa, e ele ainda ainda faz a ressalva de que pode estar superestimado, a estimativa dele. Então, assim, como eu comentei anteriormente, cada vai ficar com a escolher a sua a sua o seu chute vamos dizer né porque realmente as estimativas são são bastante a ordem de grandeza dessas 2 estimativas que eu mostrei, são bastante bastante diferente. Próximo por gentileza, pode ir passando, pode passar que o meu tempo está encerrando. Então voltam por gentileza. Então algumas tendências, que são desse desse relatório do do desse ano né? Lá de Stanford. Eles eles ressaltam que a IA é ah a IA consegue detectar melhor que o médico, o câncer, mas é 1 IA específica né? Não é 1 IA que se aplica para outras tarefas, então ela supera os humanos em algumas tarefas mas não em todas. Mais 1 vez o setor privado está está está dominando é ponto que está reforçado nesses 3 relatórios, eu já comentei também os treinamentos cada vez mais caros, tem 1 liderança dos Estados Unidos, falta de avaliações de risco padronizados né a questão do risco, os investimentos também crescendo aceleradamente também comentei isso. Também reforço a questão do potencial de ganho de produtividade dos dos trabalhadores, de aceleração do processo científico. Eles relatam que tem aumento do número de regulações dos Estados Unidos porque lá é muito o federalismo é muito forte né então cada estado tem a a sua própria regulação. E as pessoas estão cada vez mais cientes e em alguns casos nervosos com os potenciais e os riscos dessa tecnologia. Próximo com a gentileza. E aqui pra finalizar, eu deixo alerta né 1 ressalva que, tem é 1 tecnologia forçando os data centers, que é muito muito muito demandante de energia e de água, quando falo água é água limpa, né? Então se estima que pra gerar texto de 100 palavras no no ChatGPT, é meia isso aqui de água pra gerar 100 100 palavras no ChatGPT. Então assim o consumo de água e de energia realmente é bastante significativo e algo tem que ser levado em em conta do ponto de vista da sustentabilidade. Muito obrigado eu fico à disposição depois pra pra eventuais questionamentos.
Bom dia a todas as pessoas presentes, muito obrigado pelo convite à sede, deputado Hélio Lopes, 1 saudação deputado Marco Feliciano. Conforme solicitado, vou fazer 1 auto descrição, sou 1 pessoa asiática. Sexo masculino, de óculos meiaidade. Acredito que seja suficiente. Então eu eu estava comentando com o deputado antes da da da sessão que eu fico satisfeito né que que estive aqui há ano atrás até o consultor Guilherme, consultor Ângelo que estava presente, e e acho que se não tivesse sido interessante não teria recebido esse convite pra voltar, a gente fica muito feliz com com essa, com ele com esse convite. Então eu vou focar minha apresentação na questão da IA generativa né que é o que está mais no burburinho hoje em dia, e tive o cuidado procurei trazer trazer textos bem recentes porque como é fenômeno muito recente não adianta trazer estudos 3 4 anos atrás. Próximo por gentileza. Está está na tela? Bom enquanto os colegas vão vão, colocando apresentação na no ar. Tem tem algumas afirmações que eu fiz ano passado que creio que, envelheceram bem, acho que se mantém a gente a gente vai tratar 10 ao longo do da apresentação, mas, não teria problema nenhum em em comentar se tivesse equivocado também. Professor, só minuto.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.