COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL
Sobre o Evento
Relatório Nacional de Transparência Salarial foi apresentado na comissão em 12/12/2024, com participação de diversas representantes e militantes dos direitos humanos e trabalho.
Militante MNU Tesoureira do Sintego Diretora Executiva da CNTE/CUT - Movimento Nacional Unificado Tesoureira do Sintego Diretora Executiva da CNTE/CUT
Finali Siena. Ok. Eu nos interessa muito os dados e os números. Eu acho que Edinete Reginete você fez resumo e é tratado porque nós estamos hoje aqui avaliando esses relatórios que chegaram até nós. Então nos interessa muito acompanhar os relatórios e dizer que é necessário a criação de boas políticas para a gente pra ir pra gente pra nós irmos nos afastando dessa estatística né? Os dados acentuam que nós precisamos fazer algo urgente, as políticas de igualdade racial. Nós precisamos compreender a grandeza de discutir cotas nos serviços públicos, né, nós já falamos sobre isso, mas é necessária a formação pros empresários. Você também acentuou com isso, E a cooperação. Isso significa cooperação para o desenvolvimento do país. Quanto mais gente com formação adequada, valorizada no seu local de trabalho, com certeza essas pessoas terão a capacidade pra compreender como é importante contribuir com o crescimento na sociedade. Então, tentar sair das estatísticas negativas, quando você chama 1 1 1 reunião pra que a gente faça 1 análise da pelo a questão da presença do negro como a grande realidade e a obrigação de compreender que os 400 anos e esses últimos anos dessa falsa abolição ela tem dado contribuições pra o afastamento. Parabenizar quem está aí, você já disse aí, PSOL que está aí do Rio Grande do Sul, mas também tem gente no chat de Goiânia, de Cuiabá que estão dizendo aí bom dia, boa tarde, que estão nos acompanhando e dizendo que é isso mesmo. Então, sair dessa estatística, esta estatística horrorosa é compromisso nosso. Qualquer cargo, salário, experiência ou é estimular as cegadas pra cumprir as metas, as promoções, as chefias, o reconhecimento no mundo do trabalho, no emprego, não pode passar por essa discriminação, não pode ser só para homens brancos, precisa ser para os empregados e as empregadas, os funcionários e as funcionárias, na condição de largada igual e pra que todo mundo possa ter as condições pra assumir qualquer posse, qualquer quaisquer de trabalho no nas empresas. Portanto, a tarefa está dada. Os dados só servem pra gente fazer políticas públicas de ação pra exterminar essas diferenças. Bom dia, parabéns, obrigada mais 1 vez por chamar o movimento negro unificado pra contribuir neste momento. E axé de resistência, valorização dos trabalhadores e trabalhadoras é imprescindível. E mudar também essa lógica do trabalho exaustivo. Nós precisamos da ter a redução da jornada mas tendo o princípio de garantir os salários. Grande abraço. Obrigada e



