
Finali Siena. Ok. Eu nos interessa muito os dados e os números. Eu acho que Edinete Reginete você fez resumo e é tratado porque nós estamos hoje aqui avaliando esses relatórios que chegaram até nós. Então nos interessa muito acompanhar os relatórios e dizer que é necessário a criação de boas políticas para a gente pra ir pra gente pra nós irmos nos afastando dessa estatística né? Os dados acentuam que nós precisamos fazer algo urgente, as políticas de igualdade racial. Nós precisamos compreender a grandeza de discutir cotas nos serviços públicos, né, nós já falamos sobre isso, mas é necessária a formação pros empresários. Você também acentuou com isso, E a cooperação. Isso significa cooperação para o desenvolvimento do país. Quanto mais gente com formação adequada, valorizada no seu local de trabalho, com certeza essas pessoas terão a capacidade pra compreender como é importante contribuir com o crescimento na sociedade. Então, tentar sair das estatísticas negativas, quando você chama 1 1 1 reunião pra que a gente faça 1 análise da pelo a questão da presença do negro como a grande realidade e a obrigação de compreender que os 400 anos e esses últimos anos dessa falsa abolição ela tem dado contribuições pra o afastamento. Parabenizar quem está aí, você já disse aí, PSOL que está aí do Rio Grande do Sul, mas também tem gente no chat de Goiânia, de Cuiabá que estão dizendo aí bom dia, boa tarde, que estão nos acompanhando e dizendo que é isso mesmo. Então, sair dessa estatística, esta estatística horrorosa é compromisso nosso. Qualquer cargo, salário, experiência ou é estimular as cegadas pra cumprir as metas, as promoções, as chefias, o reconhecimento no mundo do trabalho, no emprego, não pode passar por essa discriminação, não pode ser só para homens brancos, precisa ser para os empregados e as empregadas, os funcionários e as funcionárias, na condição de largada igual e pra que todo mundo possa ter as condições pra assumir qualquer posse, qualquer quaisquer de trabalho no nas empresas. Portanto, a tarefa está dada. Os dados só servem pra gente fazer políticas públicas de ação pra exterminar essas diferenças. Bom dia, parabéns, obrigada mais 1 vez por chamar o movimento negro unificado pra contribuir neste momento. E axé de resistência, valorização dos trabalhadores e trabalhadoras é imprescindível. E mudar também essa lógica do trabalho exaustivo. Nós precisamos da ter a redução da jornada mas tendo o princípio de garantir os salários. Grande abraço. Obrigada e
A todos vocês presentes e aí as pessoas que estão nos seguindo de forma online aí né na na nas redes sociais. Quero abraçar virtualmente a Reginete Bispo deputada federal, 1 pessoa que tem feito trabalho elegante, é assim que a gente, que os meus mais chamava quando 1 pessoa de fato de verdade estava realizando possibilidades pra o engrandecimento do nosso povo. Sou 1 mulher negra, de 60 anos, estou aqui hoje com a boca pintada de marrom, com os meus brincos de argola, usando 1 roupa lilás e amarela, com a minha pele preta, sendo convidada pra gente discutir pouco sobre como é que nós temos 1 grande grande projeto, 1 proposta muito boa e e essa proposta precisa chegar o mais rápido possível nas nossas cidades, dentro das nossas empresas, as empresas que têm mais de 100 funcionários. Estamos aqui abraçando a Regina, abraço todos os deputados e deputadas que têm feito bom trabalho pro desenvolvimento do nosso país. Eloá, Ana Aline, bom estar aqui e 1 coisa é confortante né? 3 mulheres comigo agora falando isso é importante importante pra quem está nos ouvindo, os nossos netos e pras nossas, que estão em algum lugar desse mundo, pras pessoas que têm responsabilidade com a igualdade salarial nesse país. Dia 12 de 12 de 1000 de 2024, 2 dias após o dia dos direitos humanos, onde a gente precisa prestar atenção que nesta o que que revela essa pesquisa, o que que traz pra gente, quais são os compromissos que nós devemos firmar. Então pra mim esse relatório ele será muito bem explorado e estudado e agradecer né às meninas que me antecederam que deram AAA capacidade estatística de dizer como nós estamos e qual a forma que nós nos encontramos e lembrar da informalidade. E gostaria de dizer também dos outros que têm outras atividades e que ainda não entrou na formalidade das atividades. A política dos cuidados, outros setores que ainda não são remunerados nem reconhecidos, as mulheres que transam as nossas as nossas cabeças. Nós precisamos começar sobre isso. O MTE estava de parabéns, é muito bacana, o Ministério das Mulheres também tem feito esse recorte, o recorte racial ele é fundamental, e esses números precisam nos dar mais segurança pra propor mais visibilidade na política que não está sendo realizada. Eu acho que a gente precisa apostar que esses números irão nos dar alguns nortes. Então eu estou aqui, os dados já foram colocados, mas a gente precisa compreender por que que nós mulheres não assumimos a frente de alguns trabalhos dentro das nossas das nossas empresas. Nós precisamos compreender porque nós não somos as nós não assumimos a chefia, nós precisamos compreender por que que pagam salários menores pra gente, se nós somos aquelas que carregamos nos nossos ombros, nos nossos úteros, as grandes revoluções aqui do trabalho. Somos acusadas de estarmos faltosas, não nós não recebemos porque a gente falta muito, porque temos licença em excesso. Precisa entender qual tipo de licença eu me licenci pra parir, eu me licenciio pra apanhar os meus mais velhos, Isso não pode ser impedimento pra que nós mulheres possamos estar em postos muito bem colocadas. Então eu acho que tem aí, é a mística dos números, né, nós precisamos localizar os problemas, precisamos fazer a política do constrangimento. Por que que não se está trazendo os números corretos, da forma correta e no tempo certo? E por que que é que outros não estão trazendo os números? Porque preferem pagar alguma multa? É mais fácil pagar multa do que cumprir a legislação. A nossa lei a 11611 ela é muito importante, ela vai nortear as nossas vidas trabalhistas, existe 1 realidade que nos prende aos baixos salários, a hipocrisia, o machismo, o racismo e esta história de de achar que nós não merecemos aumento ou mudar de cargo ou no no acompanhar as mudanças tecnológicas do nosso do nosso mundo, porque somos as últimas a receber formação adequada. Então acho que tem algumas questões que são importantes aqui trazer. O emprego formal produz números e o informal vai produzir números e nós vamos saber como é que a gente faz pra acabar com essa informalidade, né? Essa tese da informalidade ela quebra a gente, né? A gente precisa de leis mais justas, nós temos leis, nós precisamos agora é que a justiça faça com que essas leis sejam cumpridas. O Brasil é tem que ser mais justo, incluir mulheres com as nossas especificidades então precisa existir 1 formação para as mulheres e pras mulheres trabalhadoras mas precisa existir também formação para quem emprega esse mercado do trabalho. Os funcionários e as funcionários devem ser valorizados, todos todas e todas. A política de valorização passa pela contratação, nós precisamos continuar vigilantes nas cordas, nas entradas dos serviços públicos. E às vezes as pessoas dizem que não tem alguma diferença, tem quando é da promoção e o chefe escolhe só os homens para estar nesses locais, então vigilância. O mercado de trabalho já disse aqui, ele é isso é muito importante pra todos nós, então nós precisamos aumentar o emprego, aumentando o emprego nós teremos renda, teremos pessoas ocupando os espaços e a igualdade salarial ela tem que ser necessária. Quem fará o diálogo com as empresas? Diante desses números Eloá, Ana Aline, Reginete, todos aqui presentes. Quem fará a política do constrangimento? Se não estão cumprindo precisam cumprir? Ou eles preferem apenas pagar as multas? Aí a política da igualdade salarial ela é fundamental. E esses dados nos levam a compreender que mesmo com a transparência salarial e os critérios numeratórios nós precisamos continuar vigilantes, organizadas, denunciar, fazer com que a lei seja de fato cumprida, adotar as melhores práticas pra que nós não estejamos daqui 2 anos com outros relatórios só reafirmando a política do racista, machista do nosso país. A informação precisa chegar nas empresas, precisa chegar nos trabalhadores, precisa chegar em todos os espaços que garantam de fato a igualdade salarial. Movimento negro unificado juntamente com todas as entidades do nosso país estaremos vigilantes e queremos discutir. Esses dados com políticas públicas para vencer esse processo. Absurdo das diferenças salariais entre nós Axé de resistência, estamos juntos, quero continuar pensando que outro mundo é possível e que nós faremos a diferença. A revolução, a transformação, ela passa pelo modo feminino de encarar a vida. Muito obrigada.
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