COMISSÃO DE PREVIDÊNCIA, ASSISTÊNCIA SOCIAL, INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E FAMÍLIA
Sobre o Evento
Audiência discute os riscos dos cigarros eletrônicos entre jovens. Especialistas reforçam sua perigosidade e defendem a proibição. Deputados abordam a necessidade de combate à dependência e proteção à saúde pública. Reunião encerrada, nova sessão agendada para 7 de maio.
Diretora do PRgrama de Tratamento ao Tabagismo - Instituto do Coração - Faculdade de Medicina da USP
A Diretora do Programa de Tratamento ao Tabagismo do Instituto do Coração - Faculdade de Medicina da USP destacou que cigarros eletrônicos não são soluções para a dependência de nicotina, apresentando níveis de nicotina superiores aos de cigarros convencionais. Pesquisas mostraram que usuários de cigarros eletrônicos desenvolvem dependência rapidamente, com consumo excessivo, aumentando riscos à saúde. A regulamentação desses produtos pode gerar problemas de fiscalização, assim como observado em outros países. O foco deve estar na assistência a fumantes, com tratamentos eficazes, pois o uso de cigarros eletrônicos não traz benefícios e contribui para a epidemia de dependência.




