PLENÁRIO
Sobre o Evento
A sessão plenária foi formalmente aberta com a verificação de quórum e a dispensa da leitura da ata anterior.
Deputado
de que a nossa fala pudesse ser repercutida na voz do Brasil. Primeira fala nossa, presidente, é mais uma vez essa marcha dos prefeitos aqui à Brasília, um chamamento feito... que praticamente não resultou em nada. Trocando em miúdos, deputado Gaia. Eles convidaram os prefeitos para organizarem a próxima reunião dos prefeitos. a marcha dos prefeitos. Isso é brincadeira com dinheiro público. Isso deveria ter responsabilização. Não é possível. O meu segundo tema é sobre o debate no fim da escala 6 por 1. O trabalhador merece dignidade, merece tempo com a família, merece saúde. Nós não somos contra discutir jornada de trabalho, discutir a escala. O que nós somos contra é a forma como isso está sendo colocado. Como se bastasse... o estalar de dedos e muda a lei magicamente. E tudo vai melhorar. Os trabalhadores vão trabalhar menos, mas vai gerar o quê? Vai fechar as contas, vai gerar desemprego, informalidade e empresas vão fechar. Muito bonito o discurso. Mas... Onde está a compensação? Existem boas ideias. O deputado Passarinha apresentou uma ideia da desoneração da folha. mas também isso não acontece assim porque nós estamos mudando... o processo tributário no país e com certeza absoluta nós teremos problemas, principalmente com os pequenos empresários. Reduzir os dias, a produtividade sobe. Mentira! Mentira, mentira cabeluda, como diziam os meus antepassados. Conversa fácil. Como é que um motorista de ônibus vai produzir mais? Vai correr mais? Como é que um piloto de trem, um frentista... um auxiliar de... de serviços gerais Não tem como, infelizmente, essa é a verdade. Nós defendemos, sim, que sejam criadas melhores condições de trabalho, reduzindo para 40 horas, para 36 horas, não sabemos... Isso tem que ser discutido. A irresponsabilidade de se lançar um projeto desses e abraçar num ano eleitoral é... É irresponsabilidade para não usar um palavrão. Tá bom? Contrapartidas e compensações aos empregadores precisam acontecer. para que a informalidade não passe a ser a norma geral, a regra geral. Nova desoneração da Folha para compensar o aumento de custos. Também tem uma proposta na mesa para discutir a forma de financiamento. É uma PEC 1 de 2026, que troca a contribuição previdenciária patronal sobre a Folha, por uma cobrança sobre o faturamento bruto das empresas. Nós já sabemos que a Previdência brasileira está quebrada novamente. O desgoverno, a falta de responsabilidade com gestão pública quebrou a Previdência. A falta de redução de custos quebrou a Previdência de novo. O emprego a mais, os concursos a mais, está quebrando a Previdência de novo. A gente precisa cobrar isso. O que inibe o emprego é o alto custo de manter o empregado. Em muitos casos, o trabalhador recebe... na ponta da linha. Isso é o resultado de um estado pesado arrecadador ineficiente. Quer melhorar as condições de vida do povo? Comece reduzindo o peso do Estado. Coisa que esse governo não faz. Aliás, não só não reduz o peso do Estado, como também viaja fazendo a lua de mel dos sonhos da primeira-dama. É isso, presidente, lamentável. Obrigado, deputado. Enquanto deputado, a Tonde Paulo se dirige à tribuna, o deputado Pau de Ré.




