PLENÁRIO

2 a 3 mar. 2026 18:18 às 00:36

Sobre o Evento

O evento debateu temas centrais como a transparência governamental, o fim de sigilos, a criminalização do desaparecimento forçado e políticas de financiamento à exportação via BNDES. Houve intensas divergências sobre a instalação de farmácias em supermercados, regulamentação de rotulagem de alimentos vegetais e o auxílio aos produtores rurais gaúchos. A sessão foi marcada por embates ideológicos, discussões sobre a Lei da Anistia e a condução de votações nominais, refletindo a polarização política e as prioridades do Legislativo.

Status
Concluído
ID: 81154Total: 352 discursos
#138
Transcrição automática

...batendo aqui esta noite, colocar-se medicamentos nos supermercados. E eu considero isso um absurdo. defendo uma posição totalmente contrária, até porque, coerentemente, entrei com o projeto de lei nessa casa, Que... também proíbe farmácias de venderem todos aqueles farmácias que estão vendendo álcool, farmácias que estão vendendo produtos que fazem mal à saúde. farmácia e medicamento é equipamento de saúde. Assim como eu creio que não pode ser a farmácia virar. O supermercado não pode vir à farmácia. Você sabe por quê, gente? Porque nós estamos incentivando com essa matéria a cultura da automedicalização. Pode parecer conveniente que as pessoas entrem no supermercado e estejam com antibiótico. Mas o parágrafo 4º aqui diz, inclusive... que se o medicamento for controlado, Então, pode ser colocado numa sacolinha para ser vendido e pago lá no caixa, foi numa sacolinha. Agora, o medicamento que é antibiótico não está aqui. E aí os antibióticos, os anti-inflamatórios já são um absurdo, eles vão circular por dentro do supermercado. Eles vão andar no frango, na carne, no pão. A pessoa que pega o medicamento vai estar pegando também o pão. Isso não é possível. Isso é um problema de saúde pública. Isso é um absurdo! É ceder ao interesse e lobby de quem? dos sedimentos vinculados aos grandes laboratórios. é ceder à lógica de automedicalização que as pessoas têm e que nos Estados Unidos, onde se pratica esse mesmo formato que agora estão importando para o Brasil, com alguns freios, É verdade? Mas o que acontecerá? nos Estados Unidos, por exemplo. A automedicação... que leva milhares de pessoas todos os anos a situações gravíssimas. Eu não vou votar contra a saúde pública? Não vou votar contra o que é razoável. Ora, a farmácia de verdade tem autorização, inclusive, para procedimentos... para injeções, para vacinas, porque farmácia, gente. sobretudo depois da pandemia, nós temos que entender farmácia é equipamento de saúde. supermercado vende de tudo. Mas medicação não é medicação. de tudo, porque medicação não é qualquer coisa. todo medicamento deve ter um grau de controle sobre a sua venda, sobre a sua prescrição. Então, coerentemente por debater com farmacêuticos... Para concluir, com os sindicatos, inclusive, meus colegas, por ter conversado com o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados, que não quer que isso seja aprovado. também, porque não é bom para os supermercados e porque quer que as farmácias também tenham uma lei para restringir a venda de congelado, a venda de farmácia devia vender. Medicação, perfumaria e aquilo que é importante para a vida do idoso. Eu não posso concordar. Voto. Obrigado. Muito obrigado, deputado Amarelo Rosário.

02 de mar, 20:50